Sistemas personalizados

Quando a operação já não cabe no software pronto.

Um sistema próprio faz sentido quando os processos que diferenciam o seu negócio passam a depender de planilhas, controles paralelos e da memória da equipe. Antes de desenvolver, entendemos o fluxo inteiro, e só construímos o que nenhuma ferramenta existente resolve bem.

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Quando faz sentido

Sinais de que esta frente resolve algo.

Nem toda operação precisa disso agora. Estes são os sinais que costumam indicar que vale a pena olhar com atenção.

Faz sentido quando:

  • Uma parte importante da operação roda em planilhas que só uma ou duas pessoas sabem manter.
  • O software atual atende o básico, e a equipe improvisa o resto em controles paralelos.
  • O processo é próprio do negócio e faz parte do diferencial dele, por isso nenhuma ferramenta pronta o cobre sem distorcê-lo.
  • A gestão precisa de uma visão consolidada que hoje é montada à mão, dado por dado.
  • Um portal ou uma ferramenta interna eliminaria um gargalo que se repete todos os dias.

Na prática

Como isso aparece em cada operação.

Clínicas

Em clínicas de médio porte, é comum que a jornada de um procedimento de ticket alto passe por orçamento, aprovação, preparo e retorno sem que ninguém enxergue todas as etapas. Um painel próprio pode reunir essa jornada em um só lugar, ligado ao sistema que a clínica já usa.

Odontologia

Em clínicas odontológicas, planos de tratamento longos, com várias etapas e profissionais, costumam ser acompanhados em controles paralelos. Uma ferramenta interna pode organizar esse acompanhamento sem substituir o sistema clínico.

Empresas

Em empresas tradicionais, é comum que um processo crítico, como pedidos, ordens de serviço ou aprovações, dependa de uma planilha que cresceu além do que ela comporta. Transformá-la em sistema traz controle de acesso, histórico e regras claras, sem mudar a forma como a equipe trabalha.

Como trabalhamos

Primeiro entender. Depois construir.

  1. 01

    Entendemos o fluxo antes de desenhar a tela. Conversamos com quem vive o processo e mapeamos o caminho da informação, inclusive as exceções que ninguém documentou.

  2. 02

    Decidimos o que não construir. Se uma ferramenta existente resolve parte do problema, ela fica, e o sistema cobre só o que falta.

  3. 03

    Construímos em etapas que já podem ser usadas. A primeira versão ataca o gargalo principal, e as seguintes partem do uso real.

  4. 04

    Implantamos junto com a equipe. Implantação, integração e usabilidade pesam tanto quanto o desenvolvimento.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Quando vale desenvolver em vez de contratar um software pronto?

Quando o processo é específico do negócio, faz parte do diferencial dele e nenhuma ferramenta o atende sem obrigar a equipe a contornar limitações. Se um software pronto resolve bem, recomendamos o software pronto, mesmo que seja de outro fornecedor.

O sistema novo substitui o que já usamos?

Nem sempre. Muitas vezes o caminho é manter o sistema central e construir em volta dele o que falta, conectando as partes conforme as possibilidades de integração de cada ferramenta.

Quanto custa e quanto tempo leva?

Depende do escopo, e o escopo depende de entender a operação. Por isso não trabalhamos com preço de tabela: o projeto é definido depois do diagnóstico, quando já sabemos o que precisa ser construído e o que pode ficar como está.

O que acontece depois que o sistema entra em uso?

A relação continua. O sistema evolui com a operação, e cada ajuste parte do contexto que já construímos juntos, em vez de recomeçar a cada nova demanda.

Como começa?

Com uma conversa sobre o que está acontecendo na operação. A primeira conversa é gratuita; o diagnóstico completo, com o Mapa de Evolução Tecnológica, é um serviço pago, remoto ou presencial a combinar.

Quer saber se isso resolve o seu caso?

Conte o que está acontecendo na operação. A primeira conversa é gratuita e serve para entendermos o contexto antes de propor qualquer solução.

Vamos entender sua operação?

O próximo passo da sua tecnologia começa com uma conversa.

Você conhece seu negócio, seus processos e os desafios que enfrenta todos os dias. Nós podemos ajudar a entender como a tecnologia pode responder a essas necessidades.

Conte o que está acontecendo na sua operação. Vamos conversar sobre o contexto, identificar possibilidades e avaliar como a Diagium pode contribuir.

Você não precisa chegar com uma solução definida.

Começamos entendendo o problema.

Atendemos um número limitado de novos projetos por trimestre.

Conte um pouco
sobre sua operação.

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