Para clínicas

Sua clínica cresceu. Os sistemas ficaram do mesmo tamanho.

Quando a clínica passa a ter vários profissionais, recepção, administrativo e jornadas de paciente acontecendo ao mesmo tempo, as ferramentas genéricas começam a mostrar limites. Antes de propor qualquer tecnologia, a Diagium entende como a sua clínica funciona.

Conversar sobre a minha operação  ↗

O cenário

Como a rotina costuma funcionar.

É comum que uma clínica de médio porte tenha chegado até aqui somando ferramentas: um sistema de agenda e prontuário, o WhatsApp da recepção, uma planilha para o financeiro, outra para o comercial, talvez um CRM que ninguém alimenta direito. Cada uma resolveu um problema na época em que foi escolhida.

O problema aparece com o crescimento. Mais profissionais, mais procedimentos de ticket alto, uma nova sala, uma nova unidade. O que funcionava com uma equipe pequena passa a depender de alguém conferindo, copiando e lembrando, e a jornada do paciente se divide entre sistemas que não conversam.

Nesse ponto, a clínica já é complexa demais para um software de prateleira, mas ainda não tem, nem precisa ter, uma equipe de tecnologia própria.

Onde a operação trava

As dores que mais aparecem.

Sistemas que não acompanham a operação

O software atende o básico, e a equipe improvisa o resto em planilhas, mensagens e anotações paralelas.

Ferramentas desconectadas

Agenda, atendimento, financeiro e CRM guardam partes diferentes da mesma informação, e alguém precisa juntá-las à mão.

Jornada do paciente fragmentada

Do primeiro contato ao retorno, o paciente passa por etapas que ninguém consegue enxergar de ponta a ponta.

Processos manuais que crescem junto

Confirmações, conferências e repasses que eram rápidos com uma equipe enxuta passam a ocupar boa parte do dia da recepção e do administrativo.

Dificuldade de escalar

Um novo profissional ou uma segunda unidade expõem problemas que antes passavam despercebidos.

Necessidades que nenhum software atende

Fluxos próprios da clínica, que fazem parte do diferencial dela, não cabem em nenhuma ferramenta pronta.

Faz sentido quando…

Sinais de que é hora de olhar para a tecnologia.

Nem toda operação precisa de um projeto agora. Estes são os sinais que costumam indicar que o diagnóstico vale a pena.

Faz sentido quando:

  • A clínica tem vários profissionais, recepção e administrativo trabalhando ao mesmo tempo.
  • Há procedimentos de ticket alto, em que cada etapa da jornada do paciente importa.
  • A operação usa vários softwares, e nenhum deles mostra o todo.
  • Uma nova unidade, sala ou especialidade está nos planos.
  • Não existe uma estrutura interna de tecnologia, e montar uma não faz sentido agora.
  • Há interesse em automação ou inteligência artificial, mas sem clareza de onde elas resolvem algo.

Como o Diagnóstico entra

Primeiro entender. Depois construir.

Antes de propor um sistema, uma integração ou uma automação, passamos pela rotina da clínica: como o paciente chega, como a agenda é montada, por onde a informação passa até o financeiro, onde a equipe repete trabalho. O resultado é o Mapa de Evolução Tecnológica, que mostra o que manter, o que integrar, o que automatizar e o que de fato vale desenvolver.

A primeira conversa é gratuita; o diagnóstico completo, com o Mapa de Evolução Tecnológica, é um serviço pago, remoto ou presencial a combinar.

Conhecer o Diagnóstico  ↗

Especialidades

Cada especialidade tem a própria rotina.

Cardiologia

ECG, Holter e MAPA, laudos, arquivo e entrega de resultados: a Diagium entende o caminho de cada exame na clínica de cardiologia antes de automatizar e integrar.

Odontologia

Planos de tratamento longos, orçamentos, aprovação, retornos e várias cadeiras: tecnologia para clínicas odontológicas construída a partir da rotina de cada uma.

Dermatologia e estética

Jornada de procedimentos de ticket alto, registro de antes e depois, pacotes, sessões e recorrência: tecnologia para clínicas de dermatologia e estética.

Diagnóstico e imagem

Volume de exames, agenda de equipamentos, integração com aparelhos e sistemas de laudo e entrega de resultados: tecnologia para centros de diagnóstico e imagem.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

A Diagium substitui o sistema de gestão que a clínica já usa?

Nem sempre, e quase nunca como primeiro passo. Se o sistema atual atende bem a parte central da operação, o caminho costuma ser integrá-lo às outras ferramentas e construir em volta dele o que falta. A troca só é recomendada quando ele já não comporta a operação, e a recomendação pode ser um software de outro fornecedor.

Minha clínica não tem equipe de TI. Isso é um problema?

Não. É justamente o cenário em que trabalhamos: clínicas que ficaram complexas demais para ferramentas genéricas, mas que não têm, nem precisam ter, uma estrutura interna de tecnologia.

Vocês atendem só as especialidades listadas?

Não. As páginas de cardiologia, odontologia, dermatologia e estética e diagnóstico e imagem mostram rotinas típicas de cada uma, mas o mesmo raciocínio vale para outras especialidades e para clínicas multidisciplinares. O que define o encaixe é a complexidade da operação.

O que acontece depois da entrega de um projeto?

A relação continua. Cada projeto amplia o que sabemos sobre a clínica, e as próximas soluções partem desse contexto, em vez de recomeçar a investigação a cada nova demanda.

Como começa?

Com uma conversa sobre o que está acontecendo na operação. A primeira conversa é gratuita; o diagnóstico completo, com o Mapa de Evolução Tecnológica, é um serviço pago, remoto ou presencial a combinar.

Vamos entender sua operação?

O próximo passo da sua tecnologia começa com uma conversa.

Você conhece seu negócio, seus processos e os desafios que enfrenta todos os dias. Nós podemos ajudar a entender como a tecnologia pode responder a essas necessidades.

Conte o que está acontecendo na sua operação. Vamos conversar sobre o contexto, identificar possibilidades e avaliar como a Diagium pode contribuir.

Você não precisa chegar com uma solução definida.

Começamos entendendo o problema.

Atendemos um número limitado de novos projetos por trimestre.

Conte um pouco
sobre sua operação.

Preencha as informações abaixo para iniciarmos uma conversa sobre suas necessidades tecnológicas.