Para clínicas odontológicas

Um tratamento dura meses. A operação precisa acompanhar cada etapa.

Implante, ortodontia, reabilitação e estética dental não se resolvem em uma consulta. São planos longos, com orçamento, aprovação, várias sessões e manutenção, distribuídos entre cadeiras e profissionais diferentes.

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O cenário

Como a rotina costuma funcionar.

Em uma clínica odontológica com várias cadeiras, o mesmo paciente costuma passar por mais de um dentista: a avaliação com um, a cirurgia com outro, a prótese ou a manutenção com um terceiro. O plano de tratamento precisa atravessar todos eles sem se perder.

Antes disso, há o orçamento. Ele é apresentado, revisado, negociado, às vezes dividido em fases, e fica aguardando a decisão do paciente. Enquanto isso, a recepção tenta lembrar quem precisa de um novo contato e quem já aprovou.

Quando o tratamento termina, começa outra rotina: retornos, manutenções da ortodontia, revisões de implante, profilaxias. É ali que muitos pacientes saem da agenda, não por insatisfação, mas porque ninguém os chamou de volta no momento certo.

Onde a operação trava

As dores que mais aparecem.

Orçamentos parados

Planos apresentados e ainda não aprovados ficam sem acompanhamento, e não há uma visão clara de quantos estão em aberto nem em que fase está cada um.

Plano que se descola da execução

O que foi orçado, o que já foi feito e o que falta ficam em lugares diferentes, e conferir isso toma tempo de quem atende.

Retornos e manutenções esquecidos

A recorrência depende de alguém lembrar de chamar cada paciente na hora certa, e isso não acompanha o crescimento da clínica.

Cadeiras, profissionais e tempos diferentes

Encaixar sessões longas, procedimentos de durações distintas e dentistas com agendas próprias vira um quebra-cabeça diário para a recepção.

Financeiro longe do clínico

Parcelas, repasses aos dentistas e o andamento do tratamento raramente aparecem juntos, e o fechamento do mês vira conferência manual.

Faz sentido quando…

Sinais de que é hora de olhar para a tecnologia.

Nem toda operação precisa de um projeto agora. Estes são os sinais que costumam indicar que o diagnóstico vale a pena.

Faz sentido quando:

  • A clínica tem várias cadeiras e mais de um dentista atendendo ao mesmo tempo.
  • Boa parte da receita vem de tratamentos longos, como implante e ortodontia.
  • Orçamentos são apresentados com frequência, e o acompanhamento é feito à mão.
  • Pacientes de manutenção deixam de voltar sem que ninguém perceba a tempo.
  • Os repasses aos profissionais exigem conferência manual a cada fechamento.
  • O sistema atual registra o atendimento, mas não ajuda a acompanhar o tratamento inteiro.

Como o Diagnóstico entra

Primeiro entender. Depois construir.

Na odontologia, o diagnóstico acompanha o tratamento do começo ao fim: da avaliação ao orçamento, da aprovação às sessões, da última consulta ao primeiro retorno. Olhamos onde o plano se perde entre cadeiras e profissionais, onde o orçamento fica parado e o que o sistema atual já resolve bem. Muitas vezes o caminho é manter o software da clínica e construir em volta dele o acompanhamento que falta.

A primeira conversa é gratuita; o diagnóstico completo, com o Mapa de Evolução Tecnológica, é um serviço pago, remoto ou presencial a combinar.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Vocês desenvolvem um software odontológico completo?

Só quando faz sentido. Em muitas clínicas, o sistema atual cobre bem o prontuário e a agenda, e o que falta é o que acontece entre as consultas: o acompanhamento do orçamento, do plano de tratamento e dos retornos. O diagnóstico mostra se o caminho é integrar, automatizar ou desenvolver.

Dá para automatizar o contato com quem não aprovou o orçamento?

Sim, com cuidado. A automação pode lembrar a equipe ou enviar mensagens em momentos combinados, mas o tom e o momento de cada contato são decididos com a clínica. A conversa sobre um tratamento de ticket alto não deveria soar automática.

Como funcionam os lembretes de manutenção e retorno?

Partimos da regra que a clínica já segue, como o intervalo de manutenção de cada tipo de tratamento, e a transformamos em uma rotina que não depende de alguém lembrar. O formato do lembrete e o canal são definidos no projeto.

E se a clínica tiver mais de uma unidade?

Isso entra no diagnóstico desde o início, porque muda a forma como agenda, plano de tratamento e financeiro precisam se organizar. Uma segunda unidade costuma expor problemas que a primeira escondia.

O sistema odontológico que usamos permite integração?

Cada sistema tem as próprias possibilidades. Avaliamos as possibilidades de integração do software que a clínica já usa antes de propor qualquer solução, e dizemos com clareza o que dá e o que não dá para fazer.

Vamos entender sua operação?

O próximo passo da sua tecnologia começa com uma conversa.

Você conhece seu negócio, seus processos e os desafios que enfrenta todos os dias. Nós podemos ajudar a entender como a tecnologia pode responder a essas necessidades.

Conte o que está acontecendo na sua operação. Vamos conversar sobre o contexto, identificar possibilidades e avaliar como a Diagium pode contribuir.

Você não precisa chegar com uma solução definida.

Começamos entendendo o problema.

Atendemos um número limitado de novos projetos por trimestre.

Conte um pouco
sobre sua operação.

Preencha as informações abaixo para iniciarmos uma conversa sobre suas necessidades tecnológicas.