Para clínicas de cardiologia

O exame fica pronto no aparelho. O trabalho começa depois dele.

Na cardiologia, boa parte da rotina gira em torno de exames gerados por aparelhos: eletrocardiograma, Holter, MAPA, teste ergométrico. Entre o aparelho, o laudo e o paciente, existe um caminho que costuma ser mais manual do que deveria.

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O cenário

Como a rotina costuma funcionar.

É comum que cada aparelho de uma clínica de cardiologia tenha o próprio software, instalado em um computador específico, com uma forma própria de exportar resultados. O ECG sai impresso ou em um arquivo que alguém precisa renomear. O Holter e a MAPA são descarregados em outra máquina, analisados em outro programa e laudados em um terceiro lugar.

Depois do laudo vem a entrega: imprimir, escanear, mandar por e-mail ou WhatsApp, guardar uma cópia. E, meses depois, encontrar o exame anterior do mesmo paciente para comparar com o novo.

Nenhuma dessas etapas é difícil sozinha. O peso está na repetição: a cada exame, alguém da equipe refaz o mesmo percurso, e o histórico do paciente fica espalhado entre papel, pastas locais e caixas de mensagens.

Onde a operação trava

As dores que mais aparecem.

Impressão e papel a cada exame

Quando o fluxo depende de imprimir o traçado, o gasto com papel e impressão acompanha o volume de exames, e o arquivo físico só cresce.

Arquivos sem padrão

Exames salvos com nomes genéricos, em pastas diferentes de cada máquina, tornam difícil achar o resultado certo quando o paciente volta.

Laudo que espera alguém

O traçado está pronto, mas só chega ao médico quando alguém o transfere, e só chega ao paciente quando alguém o envia.

Aparelhos isolados do resto

Cada equipamento tem o próprio software, e nenhum deles fala com a agenda, o prontuário ou o canal de entrega dos resultados.

Histórico difícil de comparar

Colocar o eletrocardiograma de hoje ao lado do anterior exige procurar em mais de um lugar, quando deveria estar a um clique.

Faz sentido quando…

Sinais de que é hora de olhar para a tecnologia.

Nem toda operação precisa de um projeto agora. Estes são os sinais que costumam indicar que o diagnóstico vale a pena.

Faz sentido quando:

  • A clínica realiza ECG, Holter, MAPA ou teste ergométrico com regularidade.
  • Os resultados ainda passam pela impressora antes de chegar ao paciente.
  • Cada aparelho fica em um computador diferente, com o próprio jeito de salvar arquivos.
  • A equipe gasta tempo renomeando, organizando e enviando exames.
  • Encontrar os exames antigos de um paciente depende de quem os arquivou.
  • Há cardiologistas laudando em mais de um local ou à distância.

Como o Diagnóstico entra

Primeiro entender. Depois construir.

Na cardiologia, o diagnóstico costuma começar pelo caminho do exame: o que o aparelho gera, onde o arquivo vai parar, quem o move, como o laudo é feito e como o resultado chega ao paciente. Foi assim no case do ECG: o aparelho já fazia a parte dele, e o que pesava era o percurso entre o aparelho e o arquivo, feito em papel. Avaliamos as possibilidades de integração de cada aparelho e de cada software antes de propor qualquer automação.

A primeira conversa é gratuita; o diagnóstico completo, com o Mapa de Evolução Tecnológica, é um serviço pago, remoto ou presencial a combinar.

Conhecer o Diagnóstico  ↗

Case

Um problema real, do diagnóstico ao resultado.

Cardiologia · Lins, SP

ECG sem impressão: do aparelho direto para o PDF

Um cardiologista gastava com papel e impressão a cada eletrocardiograma. Uma automação ligada ao aparelho passou a gerar o exame em PDF e a arquivá-lo por paciente.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Dá para automatizar exames de qualquer aparelho de ECG, Holter ou MAPA?

Depende do aparelho e do software que vem com ele. Alguns exportam arquivos de um jeito que permite automação direta; outros pedem caminhos alternativos. Por isso avaliamos as possibilidades de integração de cada equipamento antes de prometer qualquer coisa.

A automação muda a forma como o médico faz o exame?

A ideia é que não. No case do ECG, a decisão foi automatizar o caminho do aparelho até um arquivo em PDF sem mudar a forma como o médico trabalha: o que muda é o que acontece depois do exame.

Como os exames ficam organizados depois?

Isso é definido com a clínica. No case do ECG, cada PDF passou a ser arquivado com o nome do paciente, em pastas por ano e mês, e o histórico ficou organizado.

O resultado pode chegar ao paciente sem alguém enviar à mão?

Em muitos casos, sim, desde que o fluxo de liberação do laudo esteja claro e o envio tenha o cuidado que dados de saúde exigem. O desenho dessa entrega sai do diagnóstico, feito junto com o médico e a equipe.

Minha clínica tem poucos aparelhos. Ainda faz sentido?

Faz quando a repetição pesa. Um único aparelho usado todos os dias já pode gerar retrabalho suficiente para justificar uma automação. A primeira conversa serve para avaliar isso.

Vamos entender sua operação?

O próximo passo da sua tecnologia começa com uma conversa.

Você conhece seu negócio, seus processos e os desafios que enfrenta todos os dias. Nós podemos ajudar a entender como a tecnologia pode responder a essas necessidades.

Conte o que está acontecendo na sua operação. Vamos conversar sobre o contexto, identificar possibilidades e avaliar como a Diagium pode contribuir.

Você não precisa chegar com uma solução definida.

Começamos entendendo o problema.

Atendemos um número limitado de novos projetos por trimestre.

Conte um pouco
sobre sua operação.

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