Para clínicas de dermatologia e estética

Cada paciente faz uma jornada. A clínica precisa saber onde ela está.

Procedimentos de ticket alto, protocolos em várias sessões, pacotes, fotos de antes e depois e uma relação que, bem cuidada, dura anos. A operação de uma clínica de dermatologia e estética vive de continuidade.

Conversar sobre a minha operação  ↗

O cenário

Como a rotina costuma funcionar.

A jornada costuma começar muito antes da avaliação: um anúncio, um perfil nas redes, uma conversa no WhatsApp que pode levar dias até virar agendamento. Na consulta, o paciente recebe uma proposta, muitas vezes com um pacote de sessões ou a combinação de mais de um procedimento.

A partir daí, a clínica precisa saber, para cada paciente, quantas sessões foram contratadas, quantas já aconteceram, o que foi aplicado e quando o próximo retorno faz sentido. As fotos de antes e depois, que documentam a evolução e protegem a clínica, muitas vezes ficam no celular de quem atendeu.

Como boa parte dos tratamentos é recorrente, a relação não termina no procedimento. Toxina botulínica, preenchedores, protocolos de pele e tecnologias com sessões periódicas dependem de o paciente voltar no tempo certo.

Onde a operação trava

As dores que mais aparecem.

Atendimento comercial disperso

Contatos chegam por vários canais, a conversa passa por mais de uma atendente e não fica registrado quem estava prestes a agendar.

Pacotes e sessões controlados à mão

Saber quantas sessões cada paciente ainda tem, e se o pacote já foi quitado, depende de uma planilha ou da memória de alguém.

Antes e depois sem organização

Fotos guardadas em celulares e pastas soltas são difíceis de achar, comparar e proteger, e são dados sensíveis do paciente.

Recorrência que depende de lembrar

O momento de retocar ou de iniciar uma nova fase do protocolo passa, e o paciente só volta se lembrar sozinho.

Experiência abaixo do ticket

O paciente investe alto e espera um atendimento à altura, mas percebe as lacunas da rotina por trás dele.

Faz sentido quando…

Sinais de que é hora de olhar para a tecnologia.

Nem toda operação precisa de um projeto agora. Estes são os sinais que costumam indicar que o diagnóstico vale a pena.

Faz sentido quando:

  • A clínica vende procedimentos de ticket alto, pacotes ou protocolos em várias sessões.
  • Há investimento contínuo em marketing e na experiência do paciente.
  • O atendimento comercial acontece principalmente pelo WhatsApp, com mais de uma pessoa respondendo.
  • As fotos de antes e depois ficam espalhadas entre aparelhos e pastas.
  • Boa parte da receita depende de o paciente voltar.
  • A marca da clínica é um ativo, e o atendimento precisa estar à altura dela.

Como o Diagnóstico entra

Primeiro entender. Depois construir.

Na dermatologia e na estética, o diagnóstico segue o paciente: do primeiro contato à avaliação, da proposta ao pacote, de cada sessão ao retorno seguinte. Olhamos onde a conversa comercial se perde, como sessões e registros fotográficos são controlados e o que faz um paciente voltar ou sumir. A partir disso, decidimos se a resposta está em organizar o atendimento, em automatizar a recorrência ou em construir uma ferramenta própria de acompanhamento.

A primeira conversa é gratuita; o diagnóstico completo, com o Mapa de Evolução Tecnológica, é um serviço pago, remoto ou presencial a combinar.

Conhecer o Diagnóstico  ↗

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Como vocês tratam as fotos de antes e depois?

Como dados sensíveis de saúde. Quando o projeto envolve registros fotográficos, definimos com a clínica onde eles ficam guardados, quem pode acessá-los e como se ligam ao histórico de cada paciente, levando em conta o que a LGPD exige para esse tipo de dado.

Um agente de IA pode atender os contatos do WhatsApp?

Pode ajudar, desde que tenha uma função clara. Um agente pode responder dúvidas frequentes, qualificar o contato e passar para a equipe a conversa que precisa de uma pessoa. O que ele faz, e o que nunca deve fazer, é decidido no diagnóstico.

Dá para controlar pacotes e sessões sem trocar o sistema da clínica?

Muitas vezes, sim. Quando o sistema atual cobre agenda e prontuário, o controle de pacotes, saldos de sessões e retornos pode ser construído ao lado dele, depois de avaliarmos as possibilidades de integração.

Vocês fazem o site da clínica?

Fazemos, quando o site é parte da jornada do paciente: apresentar os procedimentos com cuidado, levar ao agendamento e se conectar ao restante do atendimento. Ele entra como uma peça da operação, e não isolado dela.

A tecnologia muda a forma como o profissional atende?

Não deveria. O objetivo é tirar da rotina do profissional e da recepção o controle manual que hoje acompanha cada paciente, para que o atendimento ganhe tempo e atenção, e não mais telas.

Vamos entender sua operação?

O próximo passo da sua tecnologia começa com uma conversa.

Você conhece seu negócio, seus processos e os desafios que enfrenta todos os dias. Nós podemos ajudar a entender como a tecnologia pode responder a essas necessidades.

Conte o que está acontecendo na sua operação. Vamos conversar sobre o contexto, identificar possibilidades e avaliar como a Diagium pode contribuir.

Você não precisa chegar com uma solução definida.

Começamos entendendo o problema.

Atendemos um número limitado de novos projetos por trimestre.

Conte um pouco
sobre sua operação.

Preencha as informações abaixo para iniciarmos uma conversa sobre suas necessidades tecnológicas.